sábado, 19 de novembro de 2011

Pássaros.

  Passarinhos alcançando o ápice da sintonia, essa busca do silenciador do tempo que nos abrange de forma agradável.

  Quando criar o acordar, me informe o momento correto em que iremos voar, antes mesmo que estejamos indo em sentidos opostos...

  De forma alguma me sentirei perfeitamente completa, mas como posso querer viver e voar ao longe, sem minhas asas? 
  Sei que deveria avisar mas penso que quando realmente completamos o percurso, nem precisamos anunciar aquele que é nosso método, apenas necessito dos olhos, do mais singelo olhar...
  Quando busquei em você esse minuto sublime de fuga, senti que não precisaria de muito almejar, mas agora vendo que sua sombra se distancia o quanto mais alto vamos, só posso, nem devo, mas o que ocorre tão e simplesmente... eis que os sentidos se perdem.
  Nosso recomeço, novas asas, novos ventos, outros outonos.

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